Uma aventura na Casa de Palmela

É no coração da Serra da Arrábida, rodeada de vinhas e da mais bela natureza que se encontra a histórica Casa de Palmela, na Quinta do Esteval. Um hotel onde o antigo e o moderno se encontram em perfeição.

Em redor não há casas, não há trânsito, nem confusão. Aqui o único som audível é o da natureza, do vento e das cigarras que nas horas de maior calor se fazem ouvir.

Cada quarto tem a sua própria história e decoração, ao estilo mais clássico, respeitando as origens. Cada pormenor é pensado e esse cuidado é sentido em casa recanto. Sentimos o abraçar da história num conforto inexplicável.

Mas há muito mais para explorar na Quinta do Esteval.

A piscina é o local mais apelativo num dia quente de verão. Com uma vista privilegiada para a Serra é impossível não relaxarmos totalmente.

Mas há espaço para um bebida fresca no lounge recentemente criado junto à Casa Palmela. Com boa música e ainda com a possibilidade de “captarmos” o sol de final de dia. Se não conseguimos relaxar até este momento, o jantar no restaurante Zimbral fará maravilhas.

É o único existente no hotel. Agradável, luxuoso qb e muito aconchegante. Com uma vista privilegiada, estivemos ao som de Bee Gees, a desfrutar de uma refeição deliciosa. Acompanhámos esta refeição com o sorriso constante de João de Sousa, que procurou-se sempre elevar a nossa experiência gastronómica.

Aliás, simpatia é um “principio-ativo” na Casa Palmela. Não encontramos má disposição matinal, dias difíceis nem problemas pessoais. Eles existem, claro, mas deixaram-nos a todos no portão da Quinta, contribuindo para o ambiente de calma e felicidade que reina naquele lugar.

Guardámos a exploração das vinhas para o dia seguinte. São de perder de vista! Em corredores organizados e filas incontáveis conseguimos observar as toneladas e toneladas de uvas que começam a amadurecer com o avançar do verão. O vento fustiga-as fazendo-as dançar ao seu próprio ritmo, na perfeição.

A noite termina em silêncio. Bem, a natureza nunca é silenciosa. Não se ouvem carros, buzinas ou qualquer música, mas estão lá os grilos e outros animais que entoam a mais bela melodia, que apenas se ouve dentro da Quinta do Esteval.

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Estive no Parque Jurássico alentejano (sem dinossauros) 😂

Durante as férias adoro explorar os locais por onde passo. E ontem encontrei um dos locais mais especiais dos últimos tempos. Perdido no meio de uma autêntica selva encontramos uma cascata maravilhosa!


Na verdade já sabíamos que ela lá estava e fomos propositadamente à procura, e valeu tanto a pena.

Resultado:

Pernas esfoladas ✅

Cabeçadas em troncos caídos ✅

Unhas partidas ✅

Banho de cascata maravilhoso ✅

Fotografias de sonho ✅

Memórias felizes ✅

Encontrámos um verdadeiro paraíso de água morna tal e qual um cenário do Parque Jurássico, sem os dinossauros claro! 😛

Se passarem em Vila Nova de Milfontes passem por lá!


❤️

Se forem a Ovar vão à Toca!

Se forem a Ovar tem de ir à um restaurante incrível mesmo no centro da cidade, o Restaurante Toca. Estávamos a gravar na cidade e um convidado mostrou-nos este espaço incrível. 

Eu adoro restaurantes que juntam o “castiço” com o requinte e bom gosto. 


  E a comida? Excelente! Foi quase um menu de degustação pois comi sushi, tapas e petiscos “tugas”. Tão bom!


O atendimento foi incrível. Super simpáticos, sempre a conversar connosco. É amplamente conhecido que o norte é rico no que toca à hospitalidade e num dia de trabalho com mais de 14h de trabalho este foi o melhor melhor momento de longe.

Trabalhar viajando pelo país pode ser muito cansativo, e é, mas é, também, uma oportunidade de conhecer pessoas incríveis e visitar/estar em locais inesquecíveis.

Se forem a Ovar visitem a Toca, vão adorar.

PS: Tem o melhor sushi! Delicioso!😛

❤️

Vamos lá visitar o “Tio” Tutankamon

Nos meus primórdios de internet, enquanto que meio-mundo conversava e namoriscava em chats, o meu passatempo favorito era pesquisar sobre o Antigo Egipto. Eu estudava de tudo, e fiz dossiers e dossiers de informação (nerd, eu sei!).

Desde pequena que tenho este fascínio por esta cultura. Acho que tudo começou com um livrinho que me deram algures no tempo mas que me encantou pelos egípcios.

Claro que quando soube que íamos ter cá em Lisboa a exposição de Tutankamon fiquei super animada.

O que é esta exposição? Uma recriação daquilo que Howard Carter encontrou no Vale dos Reis em novembro de 1922: nada mais nada menos que, o túmulo perdido no tempo de Tutankamon. Este estava completamente selado há mais de 3000 anos, sem nunca ter sido saqueado por ladrões.

É uma exposição linda, principalmente para quem gosta desta cultura milenar. O preço não é muito acessível (11€ por pessoa) mas vale depois a experiência. É uma boa experiência se quiserem levar crianças e família convosco.

É Lisboa em modo cultura!

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