K-Beauty 10 passos: sim ou não?

Dizer que os cuidados de pele estão na moda talvez seja redutor, porque há muito tempo que se fala cada vez mais de como poderemos “trabalhar” no sentido de termos uma pele na melhor forma. No entanto, quem parece reinar neste tema é a “Queen” K-beauty, a cosmética coreana. Se há uns anos apenas se balbuciavam alguns produtos, hoje há uma oferta gigante começando já pelas perfumarias cá em Portugal, onde a Sephora é claramente a “rainha da festa”, já com uma boa oferta de marcas e produtos. Mas se quiserem diversidade à séria as lojas online espalhadas por este mundo são um universo incomparável.

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Agora a grande questão é: o que são os 10 passos que as coreanas nos recomendam?

Pois bem, investiguei e a verdade é que os 10 step, são o conjunto de produtos e categorias de produtos que devem fazer parte da nossa rotina de beleza. Atenção que não precisam ser utilizados todos ao mesmo, mas devem estar presentes nos diferentes momentos da nossa rotina.

Não há grande consenso no que toca a quais são os 10 passos. E sinceramente isto acaba por fazer todo o sentido para mim, pois há uma regra que é transversal a tudo no mundo da cosmética, devemos usar apenas o que nos faz bem à pele e deve ser a vossa pele a decidir o que gosta ou não gosta. Ou seja, de que vale eu estar aqui com grandes teorias sobre princípios ativos, se depois a vossa pele não os tolera? Não vale de nada e vai criar-vos uma enorme frustração pois, não só não trouxe benefícios como a vossa pele pode ainda reagir. Portanto, estes 10-passos da vossa rotina devem ser escolhidos por vocês e ajustados à vossa realidade. Claro que a opinião de um dermatologista pode ser uma mais valia em qualquer situação.

Ainda assim, vou partilhar convosco aqueles passos básicos que são sempre recomendados, e que segundo a Charlotte Cho, criadora do famoso The Klog, são:

  • Limpeza: que inclui a dupla limpeza e o esfoliante (pode não ser diário).
  • Preparação: onde encontramos o tónico.
  • Nutrição: e aqui temos a essência, as sheet masks (que podem ou não ser usadas regularmente), o sérum e o creme de olhos.
  • Proteção: onde temos o hidratante e, por fim, o protetor solar.

A primeira pergunta que se levanta é: temos de usar isto tudo, todos os dias de manhã e à noite? Resposta: depende da vossa pele e da sua recetividade, dos produtos em si, do vosso tempo e da vossa carteira. Eu, no meu caso, uso 10 passos que não são exatamente estes, mas acho que construí uma rotina que resulta comigo. Claro que sempre que posso vou experimentando novos produtos, e ajustando a minha rotina, mas é fundamental, termos muita consciência no momento de comprar, se não quisermos deitar dinheiro à rua.

Neste tema há muitas opiniões que se ramificam no que toca à questão eficácia/moda dos 10-passos. É muito difícil encontrar estudos que retirem conclusões reais disto. Pelo que terá de ser o vosso autoconhecimento e bom senso a imperar aqui.

Um erro recorrente é a inclusão de todos os passos ao mesmo tempo. Ou seja, passar de uma rotina com 2 passos apenas, para 10 passos diários, da noite para o dia. O risco de alergia acresce substancialmente quando expomos a nossa pele a demasiados princípios ativos de uma vez. Peles sensíveis sabem-no melhor que ninguém. Sugiro que leiam o artigo do The Klog acerca deste tema, que vos poderá ajudar, caso este seja o vosso caso.

Recomendo seriamente a lerem mais sobre os cuidados de pele, porque isto é acerca de vocês e da vossa pele. A pele afeta-nos muito mais de pensamos e está diretamente ligada à nossa autoestima. Sou totalmente de acordo em investirem, mas há que estudar bem, para sermos mais eficazes nas nossas aquisições.

E vocês? O que pensam desta tendência?

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Como fazer uma viagem barata?

Viajar sempre foi um sonho para mim! Aquela ideia boa de colocar os pés nos locais que idealizamos na nossa cabeça, visitar lugares com a sua própria história, saborear temperos únicos e sentir aromas novos, daqueles que não encontramos na nossa terra. Que maior satisfação pode haver em conhecer novas culturas e aprender novas línguas?

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No entanto, viajar é um dos “hobbie”, chamem-lhe o que quiserem, mais caros que existe. Mas com a globalização e o desenvolvimento, que os nossos país não tinham na sua juventude, a verdade é que escolhendo bem, e planeando ainda melhor, se consegue viajar bem e até consideravelmente barato.

O que vai isto requer-vos? Tempo, paciência e muita vontade. Não pensem que numa primeira pesquisa encontram logo o voo mais barato, o hotel mais em conta e aquela promoção especial no carro alugado. Há um grande trabalho de casa a fazer, mas quem não sente aquele gostinho especial quando tem uma viagem em agenda?

Mas vamos orientar-nos, por onde vamos começar? Pelo princípio, claro está! O primeiro ponto a decidir é o destino. No meu caso, reservo sempre primeiro a viagem antes de todo o resto e a menos que saiba especificamente onde quero ir, o preço das viagens acabam sempre por ser um bom fator de escolha. Na minha opinião, as melhores plataformas para procurar e comparar preços de viagens é o Skyscanner e o Greatescape. O primeiro reúne grande parte das companhias aéreas e o segundo aglomera os valores do Skyscanner e do Kiwi (diferencia-os as formas de pesquisa). Comparando os dois conseguem chegar aos melhores resultados. Uma dica importante, até porque estes sites têm inúmeros algoritmos que fazem variar os preços das viagens, aconselho a fazerem estas pesquisas sempre em janelas anónimas.

Já os hotéis, dependendo do destino, podem ser uma dor de cabeça! Por exemplo: na minha viagem a Bordéus poupei um bom dinheiro na viagem e depois não consegui nada de jeito no que tocou aos hotéis. Uma pena! Os sites mais conhecidos são o Trivago e o Booking, e ainda o Airnb. Verifiquem todos os valores e vejam bem as descrições para depois não terem quaisquer surpresas quando lá chegarem. Há sempre as conhecidas taxas de turismo, que regra geral, são pagas no local e que variam de país para país.

Se já sabem para onde vão e onde vão dormir, agora convém planearem a vossa viagem: o que querem ver, onde querem comer, como se irão deslocar na cidade. Eu sei que eu própria sou da opinião que precisamos deixar espaço à aventura, mas há mínimos que precisamos planear, para depois não sermos surpreendidos, nós e a nossa carteira também.

Algumas das maiores rasteiras no planeamento da nossa viagem são:

  • deslocação do aeroporto para o hotel/centro da cidade. Só em raras exceções os aeroportos estão no centro da cidade, como é o caso de Lisboa, pelo que vale a pena pesquisar bem qual a melhor opção tempo/dinheiro. Aqui, o melhor amigo é o Google.
  • deslocação hotel-centro da cidade, ou locais a visitar. Se antevirem estas deslocações poderão encontrar melhores preços e poupar algum dinheiro também. Cada país tem a sua aplicação de transportes públicos e se calhar convém darem uma olhadela antes e perceberem os melhores percursos, porque acreditem que no local tudo é mais complicado quando se é turista.

Na comida também se consegue poupar. Claro que se formos para o street food poupar é certo, mas se quisermos comer um pouco melhor também podem conseguir poupar se utilizarem a minha aplicação favorita (de comida claro!) o The Fork. Esta app permite-vos saber quais os melhores restaurantes com descontos (e preparam-se…) até 50%, oh yeah! Na Europa tenho utilizado bastantes vezes. E a verdade é que consegui poupar bastante e provado excelentes refeições em ótimos restaurantes. Vale mesmo a pena! Se conhecerem alguma app semelhante partilhem comigo na caixa de comentários.

No que toca às diversões, as opções são quase infinitas. Com o turismo a aumentar em quase todo o lugar, há cada vez mais opções de atividades para fazer. Melhor dica? Vejam os blogues de viagens, sites institucionais e empresas que desenvolvam atividades turísticas, o difícil vai ser mesmo escolher, acreditem.

Estas são as minhas dicas, e embora não tenha ainda viajado tanto quando gostaria, a verdade é que há ótimos locais para visitar, principalmente aqui na Europa, e que podem ficar bem em conta se estivermos atentos e visitarmos os sites mais adequados. Gostava também que pudessem partilhar comigo as vossas dicas e sugestões no que toca ao planeamento das vossas viagens. Pode ser?

Roadtrip Toscana: 8 dicas para planearem a vossa viagem.

Viajar é uma das minhas paixões. E como não consigo parar quieta recentemente fiz uma das minhas viagens favoritas, uma roadtrip pela Toscana. De mochila às costas lá partimos nós numa roadtrip por uma das regiões mais conhecidas da Itália. Foi uma semana emocionamente, em que os comboios da Trenitália foram dos nossos melhores aliados, porque nos levaram por mais de 9 horas de viagem pelas planícies toscanas ao longo de mais de 700 km percorridos. Foi um itinerário bastante desafiante: 6 cidades em 8 dias, mas conseguimos!

Florença

A Toscana é conhecida pela suas planícies e paisagens verdes e douradas, pela gastronomia e pelos vinhos. O meu único objetivo era desfrutar da cultura e história que faz deste país um dos mais incríveis em todo o mundo. Esta deve ter sido a viagem mais especial que fiz, não apenas por tudo o que já referi, mas também pela companhia 🙂 e pela dedicação que tive a planear esta viagem.

Uma vez que visitei 6 cidades e como não queria que este artigo ficasse demasiado extenso, decidi dividir o conteúdo por vários artigos, garantindo assim que consigo partilhar convosco a maior parte da informação que tenho. Boa? Hoje partilharei algumas dicas para planearem uma viagem idêntica (ou não, porque há aqui dicas que se aplicam a mais locais), deixo-vos algumas dicas que espero que vos possam ajudar a fazerem uma viagem igualmente inesquecível.

1 – Se há coisa que começo a perceber é que planear uma viagem deste estilo, não significa antever cada detalhe. Há que reservar espaço para o improviso e para o que se sentir no momento. Porque em nossa casa, a tantos quilómetros de distância, idealizar todos os momentos de uma viagem que terá vida própria é quase impossível e poderá significar um obstáculo a desfrutarmos em plenitude quando se está no local. Por isso, aconselho que planeiem sim, mas deixem pequenos espaços a serem preechidos com o que sentirem e decidirem no local.

Eu já conhecia muita coisa desta região, pesquisei e li sobre ela muitas vezes e para esta viagem dediquei mais tempo a planear as deslocações entre as cidades e aldeias a visitar, do que a planear afincadamente o que iria visitar. Pedi muitos conselhos a quem já lá tinha ido, e aos habitantes nos locais, porque eles, melhor que ninguém, conhecem os segredos das suas cidades.

2 – Guardem tempo para desfrutarem de cada cidade. Descobri uma região rica, com comida deliciosa com muitos locais turísticos, é verdade, mas com tanta história que se torna difícil absorvê-la toda em tão pouco tempo. Embora tenha sido uma semana de viagem, sinto que precisava de um mês, pelo menos, para poder assimilar tanto encanto. Ver mais que uma cidade por dia, é perfeitamente possível porque há cidades que são muito pequenas, mas ainda assim precisamos de tempo para assimilar toda a sua história e cultura.

3 – Mais que planear os monumentos a visitar, é muito importante que se planeiem as refeições. Eu percebo que pareça descabido, mas acreditem que ao fim de uma semana a escolher sempre a mesma coisa para comer não há estomâgo que suporte mais massa com gorgonzola (e atenção que eu sou fã de massa). A verdade é que os restaurantes mais comuns têm todos o mesmo tipo de pratos, muito menos variedade do que estamos acostumados em Portugal, e acabam por ser muito repetitivos. Tentei provar o máximo de pratos, mas às vezes os restaurantes mais acessíveis são os que menos variedade oferecem. Há muita coisa boa para provar, desde o vinho aos queijos deliciosos e passando claro pelas massas e pizas. Se puder deixar uma recomendação proponho o Il Pomodorino em Siena, onde comi uma piza deliciosa e ao qual voltaria muitas vezes certamente.

4 – Comprem os bilhetes de atrações e museus online. Não sou muito apologista num país estrangeiro de investir assim dinheiro sem saber bem ao que vou, mas resulta. Nem precisamos imprimir nada, basta termos o bilhete no telemovel e entramos com muita facilidade em todas as atrações.

5 – Se tiverem de dar privilégio a alguma atração, mesmo eu sendo uma apaixonada pela história, acho que subir as torres em cada cidade vale mesmo a pena. Claro que não precisam subir mais que uma em cada cidade, mas optem pelo menos por uma. Em Florença subi à Torre Giotto e ao Duomo, em Siena à Torre del Mangia e em San Gimignano a Torre Grossa. Admito que para quem tem vertigens como eu subir esta última foi um terror, mas depois de chegar lá a cima e ver a vista incrível existe algum consolo admito. Aconselho-vos a subir as torres o mais próximo possível dos pores do sol para conseguirem as fotos mais incríveis, e, ainda, que se preparem muito bem psicologicamente pois cada torre implica uma subida (e descida) de mais de 400 degraus (ginásio gratuito!).

6 – Numa viagem com tantos dias, eu aconselharia a não fecharem logo os dois últimos dia viagem. Deixem algum espaço ao improviso. Só no local saberão se realmente vale a pena visitar. Por exemplo, se não tivesse fechado logo os hotéis, provavelmente teria ido visitar Lucca e não Pisa, que a meu ver destoa de toda a Toscana e não tem mais nada de interessante para além da Torre de Pisa e da Catedral que se vêem em poucos minutos. Há coisas que não se sentem nos blogues, nem nos artigos que lemos, e que precisamos sentir por nós mesmos. 

7 – Peçam opiniões aos locais. Para tudo. Claro que há os antipáticos, mas existem muitos simpáticos que vos aconselharão bem na abordagem a fazerem à vossa viagem. Ouvir quem vive no local é sempre uma mais valia.

8 – Recuerdos é o que não falta na Toscana, como é normal em todas as cidades turísticas, mas recomendo-vos a escolherem coisas que fazem de facto a diferença. No meu caso, claro que trouxe comida, belos temperos e queijos, mas desafio-vos a escolherem bem o que querem trazer para não se precipitarem e trazerem aquela quinquilharia que em 3 anos vai para o lixo numa limpeza de verão.

Siena


Depilação com linha em casa?

Sim!

Claro que os fundamentalistas dirão: “não dá”, “não é possível”, “não vai ficar bem feito”, “vai crescer pelo a triplicar”, blá, blá, blá.

Vejam este vídeo para perceberem como:

Depilacação com linha em casa.

Em primeiro lugar é preciso ter consciência que não é possível depilar a totalidade das nossas sobrancelhas com esta técnica, a menos que tenhamos alguém a ajudar-nos a esticar todas as peles. Porque de outra forma estarão a massacrar mais a vossa pele que a remover pelo efetivamente. Claro que consegue-se um ou outro pormenor, mas a grande maioria da sobrancelha precisará da ajuda de uma pinça.

Já o buço e outras zonas do rosto são outra realidade. No buço se fizermos aquela ginástica facial e com o auxílio da língua conseguiremos certamente um bom resultado.

Para mim os benefícios são múltiplos. Em primeiro lugar, poupança de dinheiro. Hoje em dia é muito dispendioso recorrer a estes serviços, sobrancelhas e buço custam mais de 15€, e isto se fizermos apenas uma vez por mês, o que não chega claramente. Por outro lado, a comodidade de não sair de casa e não ter de esperar horas por uma marcação. Não depender de ninguém é fundamental para mim e causa-me zero stress. Por fim, proteção da pele e resultado final. A verdade é que posso levar mais uns minutos a fazer a depilação a mim mesma, mas a minha linha por ser revestida com uma cera especial não prende tanto a pele e não a massacra tanto na fricção, como acontece com a linha utilizada nos locais onde se fazem normalmente estes serviços. Eu que fico sempre vermelha, mas sentia que a pele ficava dorida ainda no dia seguinte e agora com esta linha nunca mais tive aquelas borbulhinhas que se formam nos dias seguintes e a pele recupera muito mais rapidamente.

Mas e como fazer? É simples, mas não é muito fácil nas primeiras vezes, admito! Porque o que terão a mais de vontade, terão a menos de destreza com as mãos, e vai parecer que nunca vão conseguir arrancar um único pelo que seja. Mas isso não é verdade.


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O truque é não desistir e continuar a tentar. A primeira vez que tentei foi um perfeito fracasso e acabei de tirar os pelos com a pinça, mega-desiludida. Mas voltei a tentar, e a tentar e a verdade é que aos poucos vamos conseguindo melhores resultados.

Se ficarem mesmo interessadas em experimentar, deixo-vos o link para comprarem a linha especial (que faz verdadeiramente a diferença).

E agora, já estão com vontade de experimentar?

Sobrancelhas naturais em 1 minuto

Já falei de sobrancelhas algumas vezes, e hoje volto a falar porque sobrancelhas são um problema claro na minha vida. Não que me consuma demasiada energia, que não é verdade, mas porque tenho comigo sempre os melhores produtos, que me ajudam em um minuto a sentir-me confortável com as minhas sobracelhas.

Felizmente o mercado está lotado de produtos para maquilharmos as nossas sobrancelhas, e o dificil é escolher algo que nos sirva e não nos leve à falência. Eu tenho, como podem imaginar, várias opções, mas atualmente tenho usado e abusado de uma dupla da Mary Kay, um lápis que preenche as minhas sobrancelhas desfalcadas e uma máscara que compõe o resultado final. Não posso estar mais satisfeita porque consigo um resultado natural e rápido.

Ora vejamos o “triste” inicio da minha rotina. Falhas e mais falhas que não fazem jus às minhas sobrancelhas.

As minhas sobrancelhas ao natural.

Então começo com o meu lápis, na cor dark brunette e começo por recriar os limites das minhas sobrancelhas e termino a preenchê-las.

1.º defino a linha inferior das sobrancelhas.
2.º defino a linha superior das sobrancelhas.
3.º preencho as sobrancelhas.

Para as fixar e reforçar o preenchimento das falhas, e uma vez que o lápis nem sempre consegue um resultado com qualidade, utilizo este volumizing tint na cor brunette. Deixo uma dica: retirem bem o excesso de produto da escova e comecem pelo final da sobrancelha, uma vez que deve ser a zona a ficar mais preenchida.

Preencher e fixar as sobrancelhas.
Resultado final em 1 minuto.

O resultado é, como vêm, uma sobrancelha natural, sem grandes excessos, e, não menos importante, muito rápido de alcançar. Qualquer uma de vocês conseguirá um resultado do qual se orgulharão.